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Luisa Mell rebate acusações de roubo de cachorra de raça

Ativista disse que a cadela Borzoi é apenas uma dos 140 animais resgatados em um canil clandestino em ação com apoio da polícia

16/06/2021 20h07
Por: Redação: V.M.R.E Fonte: R7.COM
Imagem: Divulgação
Imagem: Divulgação

O nome de Luisa Mell virou um dos assuntos mais comentados do Twitter nesta quarta-feira (16). Isso porque, a ativista foi acusada de roubar um cachorro da raça Borzoi. A história veio à tona com uma sequência de publicações feita por uma internauta.

"Luísa Mel foi participar de um 'resgate' de animais as 4h da manhã em um canil de bulldog [...] Luísa entrou na casa da família: uma mulher, um homem e um adolescente com espectro autista e levou os cachorros da própria família, um deles é um Borzoi. Pra quem não sabe, Borzoi não tem no Brasil (apenas uns 15) que é uma raça importada", informou a internauta em uma das publicações.

Um perfil do Instagram com o nome da cachorra, Antonieta Borzoi, reforça as acusações contra Luisa e alega que além de roubar o animal, a ativista teria forjado um atestado de óbito e doado a cadela para um amigo.

"Queremos uma atitude em relação aos laudos falsos emitidos e assinados pela veterinária do Instituto Luisa Mell", diz a mensagem postada na conta, marcando o CRMV - SP (Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo).

Diante da repercussão e dos comentários de internautas pedindo a devolução do animal, Luisa se pronunciou por meio de nota publicada também no Instagram. Segundo a ativista, a cachorra de raça foi apenas uma dos 140 animais resgatados de um canil clandestino. 

"Sobre as falsas acusações de 'roubo de uma Borzoi' que circulam nas redes sociais: trata-se ação penal contra Gabriela Sertorio Bueno de Camargo, onde mais de 140 cães, incluindo uma cadela da raça Borzoi foram apreendidos pela polícia em cumprimento a uma ordem judicial de busca e apreensão no canil da Gabriela Bueno, depois de denúncias de criação irregular de cães e tráfico de drogas", explicou Luisa, que disse que a cachorra vivia em más condições.

"A Borzoi estava há dias, sozinha, em um quarto escuro e sem janela quando a polícia chegou. Quem determinou quais cães seriam apreendidos foram as autoridades públicas, tendo o Instituto Luisa Mell apenas cumprido determinações das autoridades policiais. No local que não era uma clínica veterinária, foram encontradas cadelas suturadas com linha de pesca, anestésicos e tesouras cirúrgicas, drogas, além de foto da Gabriela que não é veterinária em uma cesária", completou.

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